segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Gotas valiosas

Soa ,suavemente,gotas da última chuva de outubro...
Que orquestra perfeita. Perfume que não tem preço.
Só não venha acompanhada de lágrimas da perda.
Daquilo que tem preço, foi difícil para ser adquirido,

Em poucos minutos é levado...Sem volta...Sem beleza,
Não como as gotas, que caem e, na sinfonia da natureza,
retornam a seu ponto de partida, até tornarem-se música,
Aos ouvidos que a admiram e aos que são tão sofridos,

Que não mais sentem o que é belo, só o medo da perda...
não conseguem ver a beleza que há diante de seus olhos.
Nem só o que tem preço, na realidade tem valor,
Cada gota de chuva, na seca, dinheiro nenhum pode comprar.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Primeiro Mundo

Se esta rua fosse minha,
eu mandava ladrilhar.
Não para criança morar,
mas para estudante e trabalhador passar.


Se esta cidade fosse minha,
Eu não deixava ninguém sem trabalhar.
Não faltaria escola pra criança,
estudar, ter futuro e assim brilhar.


Se este país fosse meu,
Não deixava ninguém fome passar.
Com estudo, trabalho e cultura
Primeiro Mundo iria se chamar.


Se esse mundo fosse meu,
Eu faria muita coisa mudar,
Famílias inteiras felizes,
Nos quatro cantos só a paz a brilhar.